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Braise ocre

Com seu mais recente álbum,
Rômulo Gonçalves revela um verdadeiro talento como compositor.

Primeiro álbum de Rômulo Gonçalves, “Braise Ocre” é um convite à viagem no imaginário musical do Brasil.

“Braise Ocre ” contou com a colaboração de quinze músicos eximios. Começando com guitarristas experientes Pierre Perchaud (Quarteto Charlier / Sourisse, Orchestre National de Jazz, Karl Jannuska sexteto, Anne Paceo quinteto), Philippe Parant (Philippe Parant trio), Mathieu Cayla (Madrugada, Triozinho) para o violão de 7 cordas..
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Rômulo Gonçalves foi também cercado pelos percussionistas Franck Leymeregie (Siderúrgica do Atlântico balanço Band, Pan Paname Malodj, Salsa Ilegal), Jair Mendes (Tim’bodé) Lucas de Oliveira, Joao Do Ile, Francisco Billaud, Frederic San Pascual (Tabala Percussão), o trombonista Michaell Ballue (Archie Shepp Big band, Banda Carol), clarinetista Romain Faugeron (Madrugada), Gregoire Catelin violoncelo (Conservatório de Paris) .

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Então sorrio por dentro (nas paredes dos meus órgãos), rosando o sorriso interior, seguindo meus dias com a graça de ser e de estar.

— Rômulo Gonçalves —

Rômulo Gonçalves

Um talento músico / compositor que cruza influências musicais.

romulo

Era uma vez… era uma vez, no estado de São Paulo, Rômulo Gonçalves, adolescente brasileiro, apaixonado, criado em amor, pelo violão.

Trabalhado na mão do oleiro da terra ocre do seu país e, tal como essa terra, sequioso de encontros.
Em osmose com ela, debulha as notas da música que corre em suas veias, que o alimenta e o sacia.
Ator e pintor, muito colorido e matizado no quadro da sua vida.
Artista de exceção, a sua música é uma alquimia prodigiosa bem sucedida, cujo segredo só ele conhece. Mistura no seu cadinho as suas raízes, as suas influências, os seus desejos, as suas alegrias e as suas penas, as suas musas e as suas aspirações mais profundas, mais originais.
Na sua música, todas as almas ressoam em harmonia, em concordância com o seu Ser espiritual, as suas reflexões sobre o mundo, as suas emoções e o seu Ser carnal moldado de encontros e experiências.

O tríptico que forma a sua arte de viver, as cordas da sua Arte, os elementos da sua criação água-ar-fogo: encontrar, trocar, partilhar.
Uma arte de viver que vai conjugar no meio de grupos tão diferentes como rock, blues ou músicas tradicionais brasileiras. Uma arte de viajar, de ir ao encontro, de experimentar os sabores musicais da sua vasta terra natal.
Um desejo de descobrir para lá do horizonte brasileiro, a França, onde se instalará em 2001. Doçura da vida, cenas e festivais se sucedem então no país de Molière.
Respirando música, a arte do palco em todas as suas formas, será músico e ator nos espetáculos “Blaise Cendrars”, companhia Choeurs en scène (Paris).
Épocas com o pianista Marcelo Braga.
É assim que se passeia alegremente e nos arrasta nos seus campos, campos da terra à qual se misturou a nossa.
Os climas cénicos sucedem-se, alternadamente acústicos, fluidos, calorosos, modelados. As cores afirmam-se. De músico moldado, torna-se aquele que modela criando a música original para o documentário “Une terre pour vivre”, (Boi do chão seco).

 

O que se diz

  • Em duas palavras. Rômulo Gonçalves já não se mostra no sul da Charente. O jovem brasileiro tornou-se um filho da terra, um incontornável da música da terra.

    — Entrevista de Jean Luc Tenant, Charente Libre —
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Músicas/Mídia

Fotos, músicas e vídeos

Festivais nos quais participou...

  • Festival Musiques Métisses

    — Angoulême —
  • Festival les Guitares Vertes

    — Jumilhac Le Grand —
  • Festival Une Terre pour Vivre

    — Nonac —
  • Festival Respire Jazz

    — Aignes et Puypéroux —
  • Festival Tempo Brasil

    — Talence —

Contato

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